Palestra Estratégias de Ecommerce no Twitter, na Semana Ecommerce promovida pela Ecommerce School na Universidade Anhembi Morumbi.

A internet é um grande meio de comunicação para quem está ingressando ou buscando uma nova oportunidade no mercado profissional e as redes sociais podem influenciar muito nesse momento.

Infelizmente nem todo mundo consegue tirar proveito da internet e das redes sociais e acaba encontrando dificuldades de encontrar seu espaço no mercado de trabalho.

Nessa palestra serão abordados diversos pontos, sobre como a internet pode auxiliar na sua formação profissional, potencializando os contatos e o network, desenvolvendo um currículo digital e até mesmo sendo um profissional de comunicação trabalhando diretamente com as redes sociais.

Fernando Souza - Matéria Revista Free-SP

A boa notícia é que para ser Analista de Mídias Sociais não é necessário que o profissional tenha se formado em cursos superiores específicos, mas ele precisa ser “Heavy User” – termo usado para aquele usuário que se dedica navegando em busca de todo tipo de conteúdo – de internet. “Já trabalhei com analistas formados em Letras, História, Engenharia e até mesmo Biologia e Veterinária. Ele não pode é ter medo de aprender, ser um eterno curioso e entender muito bem de comunicação”, alerta Souza. Ainda de acordo com o consultor digital, estudantes ou formados em cursos como Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Relações Públicas já saem com um ponto de vantagem em relação aos demais, por estarem Diretamente ligados à comunicação. Mas para estar bem preparado o ideal é que os interessados em ingressar na área façam cursos de especialização e capacitação que auxiliam no desenvolvimento do profissional. “No curso que apresento, o objetivo é mostrar uma visão estratégica de como gerir e criar ações em redes sociais”, conta Souza que ministra um curso na Konfide, escola de marketing digital. Para se tornar um bom analista, além da internet e comunicação, é preciso saber lidar com números e Excel, ter uma ótima visão analítica, compreender todos os fatores que influenciam o mercado do cliente, economia, cadeia de suprimento e comportamento do consumidor.

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Fernando Souza - Entrevista Promoinsights

Pinterest tem foco em imagens e é ideal para pessoas com interesses em comum. Aproveite o potencial dessa rede e use mais essa forma de contato com seu target

O Pinterest foi criado em 2010, mas foi somente no ano seguinte que ganhou notada expressão. A rede conecta pessoas que possuem os mesmos interesses e ainda é restrita para quem recebe o convite para fazer parte; nela, é possível criar murais (boards) sobre diversos assuntos, como destinos turísticos, modas, animais de estimação, arte, design, coletando imagens de diferentes lugares da web para pendurar (pin) em suas paredes virtuais e segmentadas.O Pinterest tem como objetivo conectar pessoas, independentemente de serem conhecidas ou não umas das outras, pelos gostos similares aos seus, afeições estas expressas na forma dos murais, como os álbuns de outras redes sociais. O grande diferencial da rede é o modo como as imagens são exibidas, fugindo do modelo cronológico de outras mídias: os arquivos são dispostos em uma “grelha”, com colunas em que miniaturas das fotos e suas legendas aparecem de forma assimétrica em um layout simples e limpo.

Mas será vantajoso para as empresas fazerem parte dessa rede, não muito difundida no país ainda? Há aqueles que recomendam que a marca garanta seu espaço na rede, mesmo que não esteja amplamente difundida e, assim, impeça que outros utilizem o nome da empresa de maneira incorreta. E há aqueles que recomendam conhecer bem a ferramenta para então ver se ela é adequada ao negócio da empresa, como acredita Camila Pinheiro, consultora em branding digital e CEO e fundadora no Portal Pitanga e na Pitanga Digital Branding.

Camila exemplifica que o Pinterest é bastante recomendado para empresas de bens de consumo, pois lhe permite divulgar seus produtos para milhares de visitantes diários, separando-os por categorias, onde você pode incluir as descrições que desejar, como, por exemplo, preço, características do produto, endereço, contato, etc.

No momento, não há muitas restrições ao uso do Pinterest pelos usuários e, por este motivo, Marina Mizioka, coordenadora de Mídias sociais da agência Rae,MP, acredita que as empresas possam usar e aproveitar este tempo de restrições praticamente nulas. “Obviamente, é sempre importante obedecer ao uso de acordo com a imagem que ela quer passar, por meio de fotos/vídeos em relação à personalidade da marca, sua gama de produtos, serviços, etc.”.

Fernando Souza, sócio-fundador da Agência Pardal, especialista em mídias sociais e consultor em comunicação digital, relata que o Pinterest não foi criado para ser uma ferramenta comercial (a empresa afirma que o site não deve ser usado para autopromoção), mas isso não tem impedido que os varejistas e empresas com grande apelo visual usem a ferramenta para fazer negócios. “A avaliação que deve ser feita antes de qualquer ação é se existe afinidade da marca com a plataforma, como, por exemplo, verificar se sua marca tem um grande apelo visual, pois o Pinterest é baseado em imagens. Ter boas fotos para mostrar é a base para o inicio de uma estratégia correta. Do contrário, sua marca não será atraente”, orienta o especialista.

Vale a pena estar presente?
Para a coordenadora de Mídias sociais da agência Rae,MP, é válida a presença da marca na rede, primeiramente, pelo fato de poderem se expressar das maneiras mais possíveis e impossíveis por meio da rede. “Como já sabemos, uma imagem fala mais que mil palavras”.

Camila acredita que, por meio das imagens, as marcas podem ganhar mais espaço no ambiente digital. “Se o site tem um alto apelo visual com muitas imagens, a empresa deve considerar o Pinterest e, se atua no ramo de bens de consumo, a rede é muito indicada para a marca”.

Para varejistas, e-commerces e o mercado da moda, Fernando acredita que a grande vantagem é a possibilidade de seus produtos serem disseminados de uma forma extremamente abrangente, porém, observa que nem só desses segmentos vive a ferramenta hoje. “É possível fazer “brincadeiras inovadoras”, compartilhar dados, infográficos, informações financeiras, gráficos de segmentos da empresa, informações de mercado, etc. A grande questão é encontrar o que seu público gostaria de ter em mãos e, mais do que isso, o que gostaria de compartilhar, buscar a inovação e surfar nessa nova onda”.

Cases que fazem a diferença
Dois exemplos de marcas que estão, na opinião de Camila, utilizando bem a rede são a canadense Wedding Republic, empresa especializada em casamentos, que criou um espaço no Pinterest que fornece não só uma vitrine de seu catálogo, mas também ideias inspiradoras para decoração e exemplos originais de convites, e o site de viagens Travel Channel que, além de disponibilizar imagens impressionantes de destinos turísticos, também oferece dicas de viagem que são enriquecidas com as contribuições de seus seguidores.

Fernando cita o case da Peugeot, http://pinterest.com/peugeotpanama/, que trabalhou muito bem o formato de boards para criar um quebra-cabeça destacando o conceito de cada um dos carros.

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Post publicado Originalmente em http://www.pardal.ag/blog/coworking-espacos-empresariais-colaborativos/

A revista Você S/A de  maio, abordou o tema Cowokers que são profissionais e empresas de vários seguimentos que trabalham em escritórios compartilhados. Nas grandes capitais, muitos viraram adeptos destes espaços, assim como nós  da Pardal.ag, que estamos localizado no espaço Beans.

A tendência é crescente, devido o espirito colaborativo que compõe Coworking. Assim como já mostramos no post “Coworking – Mais que escritórios compartilhados” .

Essa é a alternativa que muitas empresas veem como saída dinâmica e econômica para estabelecer o seu negócio. “Já trabalhava há um ano gerenciando projetos e equipes remotamente. Com o crescimento dos projetos houve a necessidade de montar um estrutura física”, e assim foi fundada a Pardal.ag afirma o publicitário, Fernando Souza durante entrevista.

O coworking funciona da seguinte forma: O profissional ou empresa paga um valor calculado por hora, que inclui as despesas como: água, luz, internet e alguns casos telefone. A ideia é que futuramente mais profissionais façam uso desses espaços.

Ficou interessado? Leia a matéria na integra e comente. Aproveite tal dinamismo e interaja conosco.

Você sabe o que é coworking?

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    A Bandoleira ;) e essa não é NerfGuerra declarada :)Suco de romãConteúdo em destaque Pensa na felicidade! Energia que da gosto! (pos não é esse o slogan)Vai um chá de cabaça ai?E a felicidade chegou! Meu Conhaque FrancêsPronto para a corrida do saco!!!Dirty DancingDestak fazendo sucesso!Uhuhuhuhu!!

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